Bateria para Mulheres, Com Lulu Praxedes
01 e 02 de Junho, às 18:30


Como/Quando comecei a tocar bateria?

Eu sempre quis tocar bateria. Juntei uma grana por um tempo e comprei, mas ainda não sabia tocar. Tentava, mas sem muito sucesso. Até que, com 15 anos, entrei em duas bandas como guitarrista e vocalista. Nos ensaios, comecei a observar cada movimento dos bateristas, chegava em casa e tentava, praticava muito. Colocava o vídeo da banda que eu gostava e ficava observando o baterista. E, claro, tentava mais. A mão chegou a sangrar e as baquetas quebravam. Quando percebi, eu tinha entendido como funcionava.

Agora, quero passar um pouco da técnica que utilizo

O Curso

A bateria é um instrumento musical muito rico.  Alguns consideram o coração da banda.  Ela é muito importante na definição do ritmo.

Historicamente, e na música não é diferente, algumas posições são negadas às mulheres. Na condução de instrumentos percussivos existem poucas mulheres.  

O nosso  curso é um ciclo objetivo onde falaremos um pouco da história, características do instrumento e dicas para a sua prática. Mostrando que com treino e dedicação o instrumento vai se ganhando confiança e aumentando a qualidade do som produzido.

 

1 . História
2. O Instrumento
3. Prática
4. Exercícios para Coordenação
5. Como Posso Treinar/Tocar/Produzir?

Carga Hóraria:  4 horas

Investimento Popular: 
R$ 55,00

Sobre Lulu Praxedes


Trecho da matéria do Correio Braziliense:
Lulu Praxedes tem formação em publicidade, trabalha na produção de trilhas sonoras para audiovisual e também é DJ. Intrinsecamente ligada às experiências anteriores, a carreira autoral da cantora surgiu não de um desencontro, mas de um reencontro com a música, que ocorreu em 2019, a partir do lançamento do EP de estreia Três.

Trecho da matéria do Jornal de Brasília:


A cantora Lulu Praxedes começou sua história na música muito cedo. Desde nova, qualquer dinheirinho que ela ganhasse, juntava para comprar instrumentos. “Sempre me interessei por tudo! Minha história com a música começou cedo”. Já na adolescência, Lulu teve duas bandas de rock e essa experiência teve muito valor para a artista. “Pude entender mais de composição e isso me acompanha até hoje”.